It's not OK! And I can't believe you don't care...
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11 de novembro de 2009
26 de setembro de 2009
24 de setembro de 2009
11 de setembro de 2009
Asas servem para voar!
Aqui tem sido assim. Assim como na recordação que habita a zona mais consciente da minha memória. Olho para trás. Não preciso de ir muito longe e logo encontro. Logo ali está ela! A minha experiência. O meu primeiro passo na estrada que agora estou a descobrir.
Em Janeiro nao percebi mas agora vejo, agora sei que foi realmente esse tempo. Esses dias de chuva e de sol, essa terra de descobertas e aprendizagem. Foi quando soube que estava preparada. E só agora vejo. Como iria eu saber? Estava apenas a viver o primeiro teste do resto da minha vida. E até no fim pensei: "como posso voltar para trás de novo? Não agora!" Como podia voltar a aprisionar-me depois de ter descoberto a sensação de voar? Quem passa por isto já não volta atrás. E agora percebo a determinação de cada dia para chegar a este momento.
Experimentei ser um pássaro e gostei!
Não mais esquecerei o lugar de onde vim, a forma como cresci ou tudo aquilo que vivi. Nunca vou deixar de saltitar entre cá e lá; talvez nem mesmo encontre outro lugar tão igual a mim mesma. Mas agora já não volto para ficar. Cresci!
Durante dois meses vi o que é viver. Viver a sério. Acordei cedo, lavei as minhas lágrimas de um rosto que não conhecia como meu, deitei-me numa cama fria à noite. E então reconheci-me! Nos meus sonhos apareceram as asas brancas que eu via ao espelho, dentro do rosto estranho que me encarava. Era apenas eu e ali estava, enfim! Tinha uma cidade nova à minha frente, um sonho para realizar e alguém para enfrentar.
Consegui. Mexi e remexi ao máximo nessa etapa tão importante da minha vida. Mais do que estagiar num sonho, estagiei no dia-a-dia de quem desejo ser para a vida!
25 de maio de 2009
O P não é de Pan! :) [por Pnatz]
Quem és tu que danças descalça na noite escura?
Porque é que te deleitas com o cheiro e o sabor a sangue, dos corpor eventrados e inertes?
Porque é que cantas sobre o silêncio tumular dos cemitérios que criaste?
Ouves os gemidos que o vento traz? No sussurro das árvores, na fonte onde corre um fio de água, no lago onde a lua se reflecte, ecoam gritos distantes, ouves?
Caminhas sobre o fogo, incendeias as searas. Deitas-te no chão com um sorriso de criança, embalada pelo cripitar das plantas que ardem.
Olhas para o céu co o olhar vazio e perguntas porquê vezes sem conta, até caires de exaustão.
Cruzas-te com rostos, pairas sobre o mundo. Feres com a tua espada.
Nunca paras, nunca te deténs. Nunca olhas para trás, só vês em frente um caminho interminável.
Quem és tu que, no crepúsculo de chumbo baço, uivas de dor?
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